segunda-feira, 7 de junho de 2010

Gata salva dona de ataque de cachorros.


Cherry Woods estava em sua vizinhança quando se viu alvo de dois Pit Bulls, e até tentou caminhar de volta para casa, mas já era tarde. Os cachorros agarraram suas pernas, e mesmo com seu marido Harold ajudando, os animais não a largavam.

De acordo com o canal de notícias KHOU news Chanel, do Texas, Estados Unidos, foi aí que surgiu um herói inesperado: Lima, a gatinha de Cherry. A mulher continuava a lutar com os cães, quando a felina saltou dos arbustos e arranhou um deles. Com os cachorros distraídos, o marido de Cherry conseguiu levá-la para casa.

“Estou muito agradecido por termos Lima e por ela estar aqui. Quando ela viu que minha esposa estava se machucando, ela pulou em cima dos cachorros. Foi incrível, disse Harold ao KHOU.

A mulher, que está se recuperando com analgésicos depois do incidente, disse ao canal que não quer ver os cães de volta na região. Inicialmente, os cachorros foram colocados em quarentena, e desde então, um juiz ordenou que eles fossem sacrificados.

Ursos-polares enfrentam declínio repentino e dramático.


Um estudo matemático sobre ursos-polares do Canadá descobriu que a espécie pode estar prestes a sofrer um declínio repentino e dramático em seus números, devido à fome.A análise leva em conta quanto tempo um urso-polar adulto pode sobreviver sem comida e descobriu que, em vez de uma queda gradual no número de ursos-polares, a população pode cair 20% ou 30% em um ano, como resultado dos efeitos da mudança climática.
“Você pode ter um período razoável sem ver os efeitos principais, mas, quando você olhar para os dados, começará a ver mudanças repentinas e dramáticas”, disse o Dr. Andrew Derocher, um dos maiores especialistas do mundo em ursos-polares e coautor do estudo.
O encolhimento do gelo marinho será o principal fator determinante para o destino dos ursos-polares. Os animais dependem do gelo como um meio de se mover entre as diferentes áreas, a fim de caçar focas. Os ursos-polares costumam viajar longas distâncias para obter alimento suficiente para se preparar para a temporada de acasalamento e, em seguida, sua longa hibernação. Uma redução no gelo do mar significa menos alimento disponível, o que reduz o número de acasalamentos bem-sucedidos, criam filhotes menos robustos e mais ursos adolescentes “vagando por aí, tentando encontrar algo para comer”.
Cientistas calculam que, enquanto 3% a 6% dos ursos-polares pesquisados em Western Hudson Bay atualmente morrem durante o jejum de 120 dias de verão, no futuro, 28% a 48% dos ursos morrerão, caso o período se prolongue para 180 dias, como é esperado. O tempo que os ursos-polares ficam em jejum aumentou sete dias por década, e é esperado que continue a aumentar no futuro.
Atualmente, o Canadá não oferece nenhuma proteção significativa aos seus ursos-polares, dos quais 900 são encontrados em Western Hudson Bay. Nos EUA, o urso-polar está listado como ameaçado e, portanto, recebe medidas extras de proteção. O grupo do Comitê Consultivo Governamental do Estado de Vida Selvagem no Canadá classificou o urso-polar apenas como “preocupação especial”. É provável que o governo não vá alterar a sua posição, a menos que seja recomendado a fazê-lo por este grupo.
O comitê defende sua classificação controversa, citando provas de que a população de ursos-polares em 2008 foi maior do que tinha sido há mais de 50 anos, e argumenta que o efeito das alterações climáticas sobre os ursos ainda não é aparente.
Derocher classificou as recomendações do comitê como “uma grande falha de conservação”.
“Já passamos do ponto de tratar esse assunto de forma cautelosa. O Canadá não leva a ameaça de mudança climática a sério”, afirmou.
Quando começou a escrever sobre o aquecimento do Ártico e sua ameaça ao urso-polar em 1993, Derocher admite que não previa que o resultado fatal das alterações climáticas ocorreria ainda durante sua vida.
“Eu pensei que isso fosse algo para a próxima geração, depois de mim. Agora estou certo de que vamos ver mudanças muito graves num futuro próximo.”

'Lista vermelha' de animais em extinção tem 29 primatas amazônicos.


Os primatas são os animais amazônicos em pior situação na “lista vermelha” divulgada esta semana pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
A conclusão é do analista de biodiversidade da ONG Conservação Internacional Adriano Paglia. “Na lista aparecem 17 novos primatas que não constavam antes”, alerta o pesquisador. Ao todo, a Amazônia tem citadas 29 espécies e subespécies de primatas , em três diferentes níveis de ameaça de extinção.
Duas delas estão “criticamente ameaçados”, segundo a IUCN: o macaco-prego (Cebus kaapori) e o cuxiú-preto (Chiropotes satanas) . Eles estão ao lado de outros 186 mamíferos na pior categoria antes da de "extinto".
Paglia explica que ambos os macacos vivem na região da Reserva Biológica do Gurupi, no oeste do Maranhão, que há anos sofre com desmatamento. Ele destaca que, caso nada seja feito no sentido de conservar seu habitat e coibir a caça, os animais “criticamente ameaçados” devem desparecer definitivamente.
A entrada de 17 novas variedades de primatas amazônicos na “lista vermelha” deve-se principalmente à catalogação de novas espécies, explica Paglia. “Isso acontece porque há pouca pesquisa científica. É provável que haja muitas outras espécies que ainda não foram catalogadas”.
A “lista vermelha” da IUCN, a mais ampla do tipo feita até hoje e de cuja elaboração participaram 1.700 pesquisadores, aponta que as populações de metade das 5.487 espécies de mamífero do mundo encontram-se em declínio. Das 4.651 variedades sobre as quais os cientistas possuem dados, 1.139 foram consideradas ameaçadas de extinção. Ao menos 76 mamíferos já teriam sido extintos na Terra desde 1500.

Gato sobrevive em frigorífico indústrial durante um mês.


Não se tem a certeza de quanto tempo um gato, agora chamado Frosty, viveu fechado num frigorífico industrial, mas segundo os funcionários do local onde foi encontrado, pode lá ter estado cerca de um mês.
Este caso aconteceu em Northamptonshire, num centro de distribuição de alimentos congelados. Aparentemente, o gato, que se estima ter cerca de um ano, terá aparecido dentro de um camião, dos muitos que todos os dias entram e saem do edifício, tendo entrado para uma zona de armazenamento de legumes sem que os funcionários do espaço se apercebessem disso. Mais tarde, a sua presença foi detectada, mas o animal nunca se deixou apanhar.
Como o gato só raramente era visto e fugia dos homens e mulheres que ali trabalhavam, foi decidido que seria melhor chamar a organização local de protecção de animais, a RSPCA, para ajudar a capturar o animal.
Dentro de uma armadilha que não fere os animais, foi colocado leite e alimento húmido para gatos, e a mesma foi deixada dentro do frigorífico durante a noite. Foi possível, assim, resgatar Frosty do ambiente inóspito onde sobreviveu durante cerca de quatro semanas.
As condições dentro do frigorífico eram terríveis, 2 graus negativos e ausência de comida e água, a não ser legumes congelados. Segundo os funcionários do armazém, durante o período em que se manteve cativo o gato terá sobrevivido a comer exclusivamente ervilhas congeladas, e lambendo o gelo que se acumula nos sacos de plástico para saciar a sede.
Depois de ter sido resgatado, o gato teve de ter a cauda e a ponta das orelhas amputadas, mas está a recuperar bem e já todos pensam no dia em que irá para a casa do futuro dono, um dos funcionários do armazém, que decidiu adoptá-lo.
Os veterinários e voluntárias da RSPCA nem queriam acreditar que Frosty sobreviveu tanto tempo a um ambiente tão frio, sem outros danos que não as queimaduras nas extremidades, que entretanto foram amputadas, e o facto de estar extremamente assustado quando foi capturado.

Cães de todo mundo participam na busca por sobreviventes


Chegam, pouco hum dos Quatro Cantos do Mundo, cães de raças Várias, Na Tentativa de resgatar Vítimas Que Encontrem se vivas Debaixo dos escombros Em que se Tornou a capital do País, Port-au-Prince.
Apesar de estarem a-ser empregues sem terreno, Pelas Equipas de resgate Que País Vão chegando ao, ALGUNS DOS Aparelhos tecnológicos Mais Avançados Que existem, uma em Que é verdade Caso de Catástrofe parte dos salvamentos Importante Cabe cães farejadores EAo, em QUANDO Que Dificilmente falham Determinado local se Encontra com Uma vitima Sinais de vida.
Até AO momento, Já Foi Possível resgatar com algumas Vítimas Vida, Ajuda com um dos cães de resgate Presentes no país. Só UM de local, Identificado Por Quatro cães de resgate enviados Pelo Governo Francês nsa escombros de hum edificio governamental, Foi Possível resgatar Oito Vida com Pessoas.
Também como Equipas caninas sairam do Brasil, Cujas Forças de Segurança de Imediato disponibilizaram ALGUNS DOS SEUS Melhores animais de busca, Mas Também de Países do Mundo Para muitos Outros.
Mais como raças usadas em resgate OS São Alemães e pastores belgas, labradores OS, OS OU Border Collie, Mas muitas Outras raças São usadas com o Mesmo Sucesso, É tudo Uma questão de Trabalho e empenhamento da Componente humana das Equipas.
Estima-se que Nesta Catástrofe Terao perdido a Vida Entre 50,000 e 200,000 Pessoas. Muitas Vítimas estarão Vida Ainda com soluço escombros OS e como próximas horas decisivas Serao nd Identificação de Locais Onde procurar Sobreviventes.
O tempo escoa, Mas OS cães de busca Toda Fazer a Diferença não podem Sucesso do Salvamento de Sobreviventes qualquer local, evitando Buscas sem Garantias de edificio em edificio, gastando Recursos e Fundamentos de Meios.

Gata adopta pandas-vermelhos rejeitados pela mãe.


Foram duas as crias de panda-vermelho que nasceram no final do passado mês de Junho no Zoo de Artis, no país das túlipas, e que foram rejeitados à nascença pela progenitora.
Como é vulgar nestes casos, e dados os especiais cuidados com que esta espécie é tratada devido ao risco de extinção, assim que os tratadores se aperceberam do problema alertaram os veterinários do zoo que, de imediato, retiraram as crias do local onde se encontravam e as colocaram em incubadoras.
Na altura de as alimentar, um dos tratadores residentes, aparentemente pouco consciente dos riscos que o pequeno panda corria, resolveu juntar uma das crias junto de uma ninhada de quatro gatos que tinham também nascido na mesma altura e, para espanto de todos a gata mãe adoptou de imediato esse pequeno panda começando a lambê-lo como se fosse uma das suas crias. O panda também não se mostrou esquisito e foi atrás do cheiro do leite da gata, começando a alimentar-se de imediato.
Perante o aparente entendimento entre animais de espécies tão diferentes e da rápida adopção da mãe gata, decidiram juntar a outra cria de panda-vermelho, que se encontrava muito debilitada e sem esperança de sobreviver, ao estranho grupo. Apesar da gata ter tido o mesmo comportamento com esta cria, não foi possível salvá-la, morrendo poucas horas depois.
O sobrevivente está de boa saúde e começou naturalmente a ganhar peso, convivendo para já, pacificamente com os restantes elementos desta estranha ninhada.

Zoo recria em Lego animais em risco de extinção.


Foram precisas mais de 300.000 peças de Lego para recriar 34 réplicas de animais em vias de extinção, que podem ser admiradas até ao fim do mês de Outubro de 2010 no Zoo de Filadélfia. No ano em que este zoo, o primeiro da América, comemora centena e meia de anos de existência.
O projecto e construção deste mega zoo em Lego demorou cerca de um ano, entre projectar e montar os 34 animais que o artista Sean Kenney apresenta nesta exposição.
O objectivo desta exposição é alertar as crianças, e também os pais, para a necessidade de proteger algumas das espécies que podem ser encontradas no zoo e que correm neste momento risco de extinção nos seus habitats naturais. Juntamente com as peças em Lego, podem ser encontradas informações sobre os animais que são observados, bem como sobre os riscos que correm. Entre os animais expostos, é possível encontrar o Urso Polar, o Mico-leão, o Gorila e algumas espécies de tartarugas, que se encontram em perigo.
O artista que concebeu todos os animais e que realizou este notável trabalho, Sean Kennery, trabalha com peças de Lego nas suas obras desde há cerca de 30 anos.
A exposição está aberta ao público desde dia 10 de Abril e pode ser observada até 31 de Outubro de 2010.